12 de fevereiro de 2015
PETROBRÁS: PRIVATIZAÇÃO JÁ!
5 de novembro de 2012
Jogo Político - Profissionalismo cada vez mais necessário
A “profecia” foi corretamente anunciada e as justificativas são aquelas que postei anteriormente. Entretanto as pesquisas tiveram resultados diferentes, em momentos distintos, o que também demonstra a importância da realização de uma campanha linear e eficiente.
No início das eleições a candidata comunista apareceu na frente, com vantagem na intenção de votos, isso foi mudando ao longo da disputa. O que prova que nem sempre sair na frente é um bom negócio. Pois quem nasce grande em uma disputa eleitoral tem pouco a crescer e muito mais a perder. E, em contrapartida, quem está com menos intenção de votos e cresce gradativamente acaba demonstrando um volume maior no duelo e, conseqüentemente, seduz os indecisos a aderirem ao seu projeto.
É claro que não se trata de uma receita de bolo, devem ser levados em consideração “N” fatores e a análise permanente do cenário, bem como das estratégias é fundamental.
Mas a configuração atual é um alerta, sobretudo para a próxima disputa eleitoral, na qual vai eleger Presidente da República e Vice, Governador e Vice, Deputados Federais e Estaduais e os Senadores.
A votação municipal é um termômetro para as próximas eleições. O trabalho estratégico na política deve ser alimentado permanentemente. Ressalto aqui a importância de pesquisas periódicas, pessoal treinado, capacitado e com experiência, pois o ramo da política tornou-se cada vez mais disputado e não dá mais espaço para amadores. Cabe aqui destacar a importância do profissional de Ciência Política para auxiliar nos planos político-estratégicos de uma instituição, partido político ou detentor de mandato.
Estamos em tempo de reformulações, de mudanças estratégicas, de repensar e reinventar velhas práticas e preparação permanente para as próximas disputas. O jogo político continua e ficarão de pé somente os partidos que olharem para dentro, planejarem e desenvolverem diferenciais competitivos.
Repito: Não há mais espaço para improvisação e amadorismo. Aqueles que não sabem o motivo da derrota ou da vitória correm o risco de serem retirados do processo político, de vez.
É o momento de estruturar projetos, ficar alerta e organizar metas, mirando 2014!
1 de outubro de 2012
MANIPULAÇÃO DOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO EM CAMPANHAS ELEITORAIS - EXISTE!
17 de setembro de 2012
QUAL CANDIDATURA PASSA MAIOR CREDIBILIDADE?
Analisando friamente e, até o presente momento, a candidatura que me passou maior credibilidade na TV e Rádio foi a de José Fortunati, pelo fato de não haver incoerências no discurso, a condução é tranquila, não estão aceitando provocações de outras candidaturas e estão se concentrando em mostrar os avanços da cidade de forma harmoniosa e didática, levando emoção nas abordagens. O discurso do candidato é manso, sereno e tranquilo, e seu currículo e passado o ajudam a transmitir uma imagem de segurança e credibilidade ao eleitor.
Penso que um dos motivadores do eleitor no momento de votar é o "medo". O eleitor vota em quem ele acha que vai conduzir de maneira mais segura os interesses da cidade, mesmo ele sendo totalmente alienado a respeito. Acredito que este pode ser o critério de votação de muita gente. Infelizmente as pessoas não param para pensar nem falam a respeito de política. Geralmente decidem-se na hora "H" e o medo tem peso nesta hora, para aqueles que preocupam-se com as consequências de seu voto.
1 de setembro de 2012
AS PESQUISAS E O FATOR "MANUELA" NAS ELEIÇÕES DE PORTO ALEGRE
22 de agosto de 2012
QUEM SERÁ O NOVO PREFEITO (A) DE PORTO ALEGRE?
7 de julho de 2012
JOGO DO PODER – A corrida começou!
4 de junho de 2012
RS É O ESTADO QUE MENOS INVESTE EM EDUCAÇÃO
Porto Alegre - A Constituição Federal determina que estados e municípios devem investir em educação pelo menos 25% de sua arrecadação com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Um levantamento feito por meio do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) mostra que em 2010 pelo menos dois estados e 52 municípios não cumpriram a regra, e um deles é o Rio Grande do Sul. Os dados de 2011 ainda não foram consolidados.
Na lista dos estados que não cumpriram o mínimo em 2010 estão o Rio Grande do Sul e o Rio Grande do Norte. Em terras gaúchas, o menor percentual em educação do País foi aplicado em 2010: 19,7%.
O secretário de Educação, Jose Clovis de Azevedo, culpa o governo anterior. Segundo ele, houve um decréscimo dos investimentos na área entre 2008 e 2010. “Em 2011, já sabemos que investimos 28%, recuperando um pouco a perda. Certamente em 2012 o investimento será ainda maior”, disse. A conta que o estado gaúcho fez para 2011, entretanto, inclui os gastos com aposentadoria que não são contabilizados pelo Siope. De acordo com Azevedo essa metodologia é aceita pelo Tribunal de Contas do estado. Em outras unidades da Federação também há divergência sobre a inclusão dos aposentados no cálculo e não há um entendimento comum sobre a regra, apesar de o governo federal não considerar esse gasto um investimento direto em educação.
Para a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, as 52 cidades que não investiram o mínimo constitucional nas suas redes de ensino representam um número pequeno se for considerado o total de prefeituras no país: 5.565. Ela avalia, entretanto, que o problema não pode ser desprezado. “O percentual é pequeno, mas para as crianças desse município [que investiu menos] significa muito. A nossa maior preocupação é que as crianças não podem dar a sorte ou o azar de nascer em um município onde o gestor se preocupa mais ou menos com educação; A vinculação é necessária e precisa ser cumprida”, defende.
Na lista dos municípios “inadimplentes”, a maioria é do Rio Grande do Sul (nove), Paraná (sete), de Minas Gerais (sete) e São Paulo (seis). O restante das prefeituras que não cumpriram a regra é do Acre, de Alagoas, do Amazonas, Amapá, da Bahia, do Ceará, Espírito Santo, de Goiás, do Maranhão, Pará, de Pernambuco, do Piauí, Rio de Janeiro, de Roraima e Sergipe.
Acre – 26,21%
Alagoas – 25,61%
Amapá- 32,04%
Amazonas – 25,78%
Bahia – 26,28%
Ceará – 29,20%
Distrito Federal – 29,28%
Espírito Santo – 30,57¨%
Goiás – 27,48%
Maranhão – 26,72%
Mato Grosso – 26,01%
Mato Grosso do Sul – 32,51%
Minas Gerais – 27,25%
Pará – 25,33%
Paraíba – 26,54%
Paraná – 31,79%
Pernambuco – 26,45%
Piauí – 27,27%
Rio de Janeiro – 27,17%
Rio Grande do Norte – 22,40%
Rio Grande do Sul – 19,70%
Rondônia – 26,21%
Roraima – 25,65%
São Paulo – 30,18%
Santa Catarina – 26,19%
Sergipe – 28,31%
Tocantins – 25,90%
24 de maio de 2012
MANUELA D'ÁVILA LIDERA PESQUISA METHODUS PARA PREFEITURA DE PORTO ALEGRE
- Manuela D’Ávila (PCdoB): 41,3%
- José Fortunatti (PDT): 28,7%
- Paulo Borges (DEM): 9,.2%
- Adão Villaverde (PT): 5,7%
- Nelson Marchezan (PSDB): 3,9%
- O restante dos candidatos possuem menos de 1% das intenções de voto.
Além de estarem na preferencia das pesquisas Manuela D'Ávila e José Fortunatti possuem baixos índices de rejeição. A comunista ocupa a sexta posição, com apenas 16,1%. Fortunatti é o menos rejeitado de todos os candidatos, com 12,9%. A maior rejeição é de candidato Adão Villaverde (PT), com 24,3%.
Conforme a pesquisa, o cenário de segundo turno aponta o seguinte resultado:
- Manuela (PC do B): 50,7%
- Fortunatti (PDT): 38,2%
- José Fortunatti (PDT): 9,9%
- Manuela (PC do B): 5,9%
- Adão Villaverde (PT): 1,3%
- O restante dos candidatos possuem menos de 1% das intenções de voto.
Acesse a Pesquisa Methodus na íntegra clicando AQUI
Fonte: Instituto Methodus
22 de maio de 2012
CARLINHOS CACHOEIRA VAI À CPI MAS NÃO RESPONDE PERGUNTAS
16 de março de 2012
DILMA E BLATTER ESTÃO REUNIDOS PARA SELAR O FIM DAS TENÇÕES
11 de março de 2012
PEPE VARGAS DEVE SE REUNIR COM SEU ANTECESSOR AFONSO FLORENCE

O novo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, deve se reunir no início da semana com seu antecessor Afonso Florence. A substituição foi confirmada na sexta-feira, em nota da Presidência da República.
Deputado federal, de 37 anos, Pepe Vargas tem o desafio de melhorar o desempenho do ministério. A baixa produtividade foi determinante para Dilma Rousseff fazer a troca de comando.
Florence desagradava ao governo e movimentos sociais por demorar um ano para conseguir fazer as primeiras desapropriações de terras. Desde o início da gestão Dilma, apenas 60 fazendas em 13 Estados foram destinadas à reforma agrária, atendendo 2.000 famílias.
Pepe Vargas é da mesma corrente petista do ministro que deixa o cargo, a Democracia Socialista. A data da posse ainda não foi definida.
O jogo político de Caxias do Sul (RS) sofrerá mudanças, já que Pepe Vargas atuava como o principal player e articulador, postulante a prefeito do município.
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Esse aumento da dependência ganha contornos ainda mais preocupantes porque o maior comprador atual das matérias-primas brasileiras passa por um momento de transição. Na semana passada, a China anunciou que vai perseguir uma meta de crescimento de 7,5% ao ano. A meta anterior era de 8% ao ano.
"Esse novo crescimento chinês ainda é expressivo para qualquer país, mas, nesse momento, cria um fato negativo para a cotação das commodities", diz o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. "Ao dizer que vai reduzir o ritmo de crescimento, a China diz, indiretamente, que vai comprar menos insumos."
Em dezembro, a entidade previu que o Brasil terá este ano um superávit de US$ 3 bilhões, resultado bem inferior ao saldo comercial de US$ 29,7 bilhões do ano passado. "Mas houve uma melhora do cenário dos preços desde então", diz Castro.
De qualquer forma, o Índice de Preços de Commodities do Banco Central (IC-BR) já aponta um recuo na cotação das commodities. Em fevereiro, o indicador caiu 2,96% na comparação com janeiro e, no acumulado de 12 meses, teve queda de 12,68%.
"Essa tendência de queda só não é mais forte porque está havendo uma injeção global de recursos no mundo todo. Há uma expansão de crédito para economia mundial que não começou agora", diz Fábio Silveira, economista da RC Consultores. Apesar disso, ele estima um recuo de 10% no preço da soja, carne, açúcar e do café este ano. "O crescimento menor da China reafirma a perspectiva de baixa dos preços", afirma.
Meta de vendas
Entre 2006 e 2011, puxada pelas commodities, a receita de exportação do Brasil aumentou de US$ 135,9 bilhões para US$ 256 bilhões. Este ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) definiu US$ 264 bilhões como a meta de exportação, valor 3,1% maior que o do ano passado.
Para Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), as exportações de commodities vão continuar dominando a pauta brasileira este ano. Ele ressalta, porém, que o saldo comercial do País deverá ser menor, porque, além do preço mais baixo das commodities, as importações devem permanecer em um patamar elevado.
"Estamos com uma demanda relativamente aquecida em relação ao resto do mundo, principalmente de bens de consumo duráveis", diz.
Fonte: Estadão
3 de fevereiro de 2012
MÁRIO NEGROMONTE CAI E DEPUTADO ASSUME CIDADES
Foi o sétimo ministro de Dilma Rousseff a cair sob suspeita de irregularidade, o primeiro neste ano, e o 9º ministro a deixar o governo.
Em carta entregue à presidente, no Palácio do Planalto, o ex-ministro disse que foi alvo de “denúncias vazias”. À reportagem, Negromonte afirmou que saiu por questões políticas: “Aqui não tem ilegalidade, não tem corrupção. O problema foi político. Não foi de gestão. Nenhuma denúncia vingou”.
Desde o ano passado, o ministro enfrentava desgaste no cargo. Foi envolvido em suspeitas de pagamentos de mesadas a colegas do PP, fraude num parecer de um projeto milionário da Copa do Mundo e direcionamento de emendas para favorecer sua mulher na Bahia.
Como revelou a reportagem, o ministro teve seu nome ligado a reuniões sigilosas com empresário e lobista na casa do federal João Pizzolatti (PP-SC). Negromonte participou de um dos encontros. O episódio derrubou o chefe de gabinete dele, Cássio Peixoto.
A queda de Negromonte é mais um capítulo da reforma ministerial em curso.
Sua gestão à frente do ministério nunca agradou à presidente Dilma. Ciente do desgaste e do risco de perder a pasta, o PP negociou sua saída. O nome de Aguinaldo Ribeiro, 42 anos, não é consenso na bancada, mas sempre foi bem visto no Planalto e teve o respaldo do presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ).
Ribeiro disse que, como ministro, vai trabalhar pela unidade do partido, que é aliado do governo: “Essa é nossa prioridade”.
Fonte: Folha21 de dezembro de 2011
MAIS DE 11 MILHÕES DE BRASILEIROS VIVEM EM FAVELAS, APONTA IBGE
O censo mostra que o país tem mais de 6 mil aglomerados subnormais, termo que designa favelas, invasões, grotas, baixadas, palafitas e outros tipos de comunidades carentes. Ao todo, 3,2 milhões de domicílios existem nessas áreas, dos quais metade está na região Sudeste. De acordo com o estudo, 23% das casas em locais de ocupação irregular estão no Estado de São Paulo, e 19% no Rio de Janeiro.
A comparação com levantamento realizado há vinte anos indica que quase dobrou no período a proporção de brasileiros que moram nessas áreas, em condições precárias. Em 1991, 4,48 milhões de pessoas (3,1% da população) viviam em assentamentos irregulares, número que aumentou para 6,53 milhões (3,9%) no Censo de 2000. O IBGE ressalva que, apesar de o conceito de aglomerado subnormal ter permanecido o mesmo desde 1991, foram adotadas inovações metodológicas e operacionais no Censo 2010 e que, por isso, a comparação dos dados “não é recomendada”.
O Nordeste é a segunda região com maior concentração de assentamentos irregulares, com 28% dos domicílios brasileiros nessas áreas (9,4% na Bahia e 7,9% em Pernambuco). Outro dado interessante é que o fenômeno se concentra nos grandes centros urbanos: quase 90% desses domicílios estão em 20 regiões metropolitanas do país. O Censo 2010 indicou que a Rocinha, na zona sul do Rio, é a favela mais populosa do país, com 69.161 habitantes.
Com informações da BBC Brasil, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo
19 de dezembro de 2011
BRASIL FECHOU NOVEMBRO COM 236 MILHÕES DE CELULARES
Só neste ano, foram 38,54 milhões de novas habilitações na telefonia celular.
Em relação a outubro, foram mais de 4,45 milhões de novas linhas, um crescimento de 1,92%. Agora, há 120,81 celulares a cada 100 habitantes no Brasil.
Do total de acessos em operação, 81,65% são pré-pagos e 18,35%, pós-pagos. Em novembro, Alagoas e Pará romperam a barreira de um celular por habitante. Apenas Maranhão e Piauí continuam com menos de um celular por habitante.
A Vivo continua líder, com 29,6% do mercado. A Tim tem 26% de participação, e a Claro, 25,1%. A Oi é a quarta colocada, com 18,9%.
5 de dezembro de 2011
LUPI SE DEMITE DO MINISTÉRIO DO TRABALHO
Vinte e sete dias após dizer que só sairia da Esplanada "abatido à bala", o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, antecipou-se neste domingo, 4, à demissão iminente – já decidida pela presidente Dilma Rousseff – e entregou o cargo. Trata-se do sétimo ministro que cai em quase um ano de governo.
Enredado em uma teia de denúncias, Lupi perdeu o apoio do PDT, entrou em rota de colisão com o PT – que está de olho na vaga – e não conseguiu explicar à Comissão de Ética da Presidência acusações de cobrança de propina na pasta.
Na tarde deste domingo, Lupi se encontrou com Dilma, no Palácio da Alvorada. A presidente havia chegado na véspera de uma viagem a Caracas, na Venezuela, e o ministro já recebera recados de que sua demissão eram "favas contadas". Para se antecipar ao gesto, acertou com Dilma a saída antes mesmo da reunião da Executiva Nacional do PDT, marcada para esta segunda-feira, 5. Os termos da carta foram combinados com auxiliares da presidente.
"Tendo em vista a perseguição política e pessoal da mídia, que venho sofrendo há dois meses sem direito de defesa e sem provas; levando em conta a divulgação do parecer da Comissão de Ética (...) – que também me condenou sumariamente (...), sem me dar direito de defesa – decidi pedir demissão do cargo que ocupo, em caráter irrevogável", escreveu Lupi. "Faço isto para que o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o trabalhismo não contagie outros setores do governo."
Foi o passivo de escândalos que selou o destino de Lupi e nem mesmo as juras de amor a Dilma adiantaram. Depois de desafiar a Comissão de Ética, que na quarta-feira recomendou a dispensa, ganhar tempo e anunciar que faria uma "análise objetiva" do caso, Dilma chegou à conclusão de que não seria possível segurar o auxiliar até a reforma ministerial, prevista para ocorrer no fim de janeiro de 2012.
O secretário executivo do ministério, Paulo Roberto dos Santos Pinto, assumirá o comando da pasta, interinamente, até o início do ano que vem. Ele é filiado ao PDT, mas não tem a simpatia do partido. Dilma, porém, não quer que o PDT indique um novo ministro agora. Motivo: ela pretende fazer um rodízio na partilha dos cargos e tirar o Trabalho do controle pedetista, na reforma da equipe.
Lupi é o sexto ministro que cai sob denúncia de corrupção. Pesaram contra ele, ainda, acusações de repasse de dinheiro do ministério para abastecer o caixa do PDT e patrocinar ONGs de fachada. Até agora, dos nomes abatidos na Esplanada, apenas Nelson Jobim (Defesa) não integrou a lista da "faxina". Foi dispensado por ter dado declarações consideradas "inconvenientes" sobre o governo.
3 de dezembro de 2011
Palestra na Câmara de Porto Alegre aponta ingredientes do sucesso para a Juventude
Na tarde de ontem (02), ministrei palestra na Câmara Municipal de Porto Alegre, na Conferência Metropolitana do PSD (Partido Social Democrático). Foram aproximadamente 30 minutos, destacando os principais ingredientes de sucesso para realização de um Movimento Jovem forte e diferenciado. O Publicitário Sergio Trein também ministrou palestra, sobre Marketing e Publicidade Eleitoral.
O evento contou com a presença do Presidente Estadual do PSD, Deputado Federal Danrlei de Deus, o Presidente municipal do PSD, Vereador de Porto Alegre, Nelcir Tessaro, o Vereador Bernardino Vendruscolo, Vereador Tarciso Flecha Negra, membros da Juventude do PSD, dentre outras lideranças e autoridades.
30 de novembro de 2011
DESEMPREGO NA ZONA DO EURO SOBE A MAIOR NÍVEL DESDE JUNHO DE 1998
A leitura equivale uma taxa de 10,3% da força de trabalho da zona do euro, o porcentual mais alto desde junho de 1998. Em setembro, a taxa ficou em 10,2%. Os economistas tinham previsto uma taxa de 10,2%.
Os dados da Agência de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) revelam os efeitos da crise da dívida da zona do euro, à medida que os governos elevam impostos e cortam gastos para reduzir seus déficits.
Itália
A taxa de desemprego da Itália, sazonalmente ajustada, aumentou 8,5% em outubro - seu nível mais alto desde maio de 2010, após subir 8,3% em setembro e 8,4% em outubro do ano passado, afirmou a Agência Nacional de Estatísticas (Istat).
O número de pessoas empregadas na Itália ficou estável em outubro, em comparação com o mês anterior. A taxa de emprego total ficou inalterada em 56,9% em outubro, ante setembro, e foi superior a taxa de 56,8% em outubro de 2010, segundo a agência.
O desemprego entre homens recuou 0,5% em outubro, em bases mensais, e 0,4%, na comparação com o mesmo período do ano passado. O desemprego entre as mulheres subiu 0,8% em outubro, ante setembro, e 1,2% em relação a outubro de 2010. O desemprego entre os jovens declinou 0,1 ponto porcentual, para 29,2% em outubro - o nível mais alto desde janeiro de 2004 quando a série começou a ser compilada -, de 29,3% em setembro.
Cerca de 22,91 milhões de italianos estavam empregados em outubro, número inalterado em relação ao mês anterior, reportou a Istat.
Alemanha
A taxa de desemprego ajustada sazonalmente da Alemanha caiu para 6,9% em novembro, de 7% no mês anterior, renovando a mínima em 20 anos registrada em setembro.
Os economistas ouvidos pela Dow Jones tinha previsto que a taxa de desemprego seria de 7%.
O número de desempregados recuou 20 mil, em termos sazonalmente ajustados em novembro, após aumentar 6 mil no mês anterior. O número de outubro foi revisado a partir da alta preliminar de 10 mil reportada no fim de outubro. Os economistas tinham previsto uma queda de 5 mil em novembro.
O número de desempregados total, sem ajustes a efeitos sazonais, recuou para 2,713 milhões em novembro, de 2,737 milhões em outubro. A leitura foi a menor para um mês de novembro desde 1991.
As informações são da Dow Jones.
28 de novembro de 2011
FOCUS PREVÊ QUEDA DO PIB EM 2012, DE 3,50% A 3,46%
Para 2011, os números seguiram a mesma trajetória e a expectativa de crescimento da economia caiu de 3,16% para 3,10%. Há um mês, o mercado previa alta para o PIB de 3,29% em 2011.
Em linha com a economia mais fraca, as projeções para o desempenho do setor industrial também pioraram. Para 2012, a expectativa de expansão do setor caiu de 3,50% para 3,46%. Há um mês, o mercado apostava em avanço industrial de 3,50% no próximo ano. Para 2011, os números são ainda piores: a aposta de crescimento foi reduzida de 1,37% para 1,33%, na quarta queda seguida. Quatro semanas antes, a estimativa estava em 2%.
Na pesquisa, analistas não alteraram a previsão para o comportamento do indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB. Para 2012, foi mantida a expectativa de que o dado deve ficar em 38% do PIB, número repetido há 23 semanas. Para 2011, a previsão manteve-se em 38,60%, ante 38,85% de um mês atrás.






















